quarta-feira, 21 de julho de 2010

L'amour

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Por amor choramos pensando, inutilmente, estarmos odiando.
É, minha cara/caro, você está amando!

Damos adjetivos feios para suprir a vontade de dizer: *iloveyou.
O que parece opostos, chega a ser tão... sinônimos.
Ciúmes! u-a-u. Péssimo. O pior ciúme, o que dói e rói no peito, juro, é o mais idiota. Pois, quando amamos, minha cara, tornamos uns tolos que querem ver quem amamos com outro/outra. Loucos! Outro(a) que pode fazer nosso amor feliz (como imaginamos não poder, claro) e que seja da nossa confiança, evidentemente. Mesmo assim, o mundo acaba, você acha, pelo menos... você chora, dói, rói e depois simplesmente se toca! Não dá, poxa.
As provas mais lindas de amor acontecem naturalmente, até com eu te amo inesperado, eu te quero animado ou algo com significado eterno!

Quanto mais procuramos, é simples... Não achamos. Não precisa procurar o amor, ele bate na nossa porta com a paixão e sem explição pedimos para ele ficar.
Pavores somem! Para que ficar apavorado se podemos simplesmente amar. (quem ama sabe que há lógica nesta frase)
Perder um grande amor é como perder uma parte sua. O que sobra pode ser denominado de vazio.

Perder pode ser ganhar. Perder como doação. Dar-se para receber algo que é inexplicável de tão bom!
Quem conhece o amor, deveria agradecer! Poucos o conhecem e o reconhecem depois.

Inspiração faz parte de L'amour!

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