quinta-feira, 10 de junho de 2010

droga! reconheci o amor.

A culpa foi minha. Estou com raiva de mim mesma.
Antes me odiei por ter deixado que ele me fizesse amá-lo, agora me odeio por não ter amado ele antes. (Ele: eu te amo. Eu: você não sabe o que é amor.)
Todas as lágrimas que estão escorrendo dos meus olhos são por minha culpa, culpa de às vezes ter pensado demais e de às vezes ter sido individualista.
A culpa foi minha, a culpa é minha. Tantas vezes que não fui ao colégio, que perdi de ver aqueles olhos verdes me procurando. Quando eu sumi que realmente eu vi: como aqueles cachinhos loirinhos me fazem falta. Droga!
Por que os lugares continuam parados e os acontecimentos que passam?
Por que os sonhos se vão com a chuva que escorre na rua?
Porque eu preciso sofrer para saber, reconhecer, o que é realmente o amor.

Deve ser melhor beijar na chuva do que chorar na chuva se lamentando por não ter o beijado ou deixado que me beijasse.

Pedi até para um raio acabar com a dor, o sofrimento. Pior coisa é pensar, pois quando se pensa, se lembra que a culpa é minha, desde o começo. A culpa só é minha.
Quando chorei, me toquei: eu o amo.

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